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Os senadores aprovaram em votação simbólica, nesta terça-feira (25), requerimento de convite ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Os congressistas querem que Guedes explique as críticas que fez ao Senado, ao classificar como crime a decisão dos senadores de derrubar o veto do governo que impedia aumento de salários dos servidores. O veto foi mantido na Câmara. Por ter sido um convite, Guedes pode se recusar a comparecer em sessão virtual com os senadores, mas, de acordo com líderes governistas, o ministro está disposto a prestar explicações. Isso evitaria uma convocação. Ainda não há data definida para a reunião. Segundo a assessoria do Senado, dependerá da agenda do ministro. O requerimento aprovado foi de autoria do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do senador Marcos Do Val (Podemos-ES). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi um dos autores do requerimento para ouvir o ministro Paulo Guedes, da Economia José Cruz-18.dez.19/Agência Brasil **** Integrantes da base governista, ambos apresentaram o convite para evitar que os líderes da oposição protocolassem um requerimento de convocação, que impediria Guedes de negar sua participação. O clima de desconforto entre Guedes e os senadores resultou em uma reunião acalorada entre os líderes partidários na quinta-feira passada (20). Liderados pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), os congressistas da base governista puxaram a corda para que Guedes fosse ao Senado. Daniella Ribeiro, líder do PP na Casa, e Izalci Lucas (PSDB-DF), vice-líder do governo, estavam entre os mais indignados com as declarações de Guedes. Daniella chegou a protagonizar uma discussão acalorada com líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), que também envolveu outros senadores. "Eu já liguei para o ministro, não houve ofensa", disse Bezerra, que tentou, sem sucesso, seguir falando. "Ofensa houve", rebateu Randolfe Rodrigues (Rede-AP). "Ofensa foi propagada em todo o país. Estamos reagindo civilizadamente a um terrorismo. Fernando, nós respeitamos vocês, mas isso é terrorismo", disse Amin. A líder do PP chegou a narrar que foi chamada de traídora pelo Palácio do Palácio. "O palácio me ligou dizendo que eu tinha traído o palácio. Ele não pode negar, Fernando. Chegou a hora de a gente se posicionar", disse Daniella. fonte: Bahia Notícias

Presos na operação Lucas 12 da Polícia Civil e do Ministério Público do Rio de Janeiro, os cinco filhos e a neta da deputada federal Flordelis (PSD) foram transferidos para o Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. Eles são acusados do assassinato do pastor Anderson do Carmo, esposo de Flordelis. A investigação aponta que eles agiram a mando da mãe e vó. 

De acordo com o G1, o grupo se recusou a prestar depoimento. A filha Simone chegou a necessitar de atendimento médico e outros pediram calmantes. 

Eles passaram pela triagem no presídio de Benfica, na Zona Norte do Rio, onde deram entrada na noite de segunda-feira (24). A Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio não divulgou para quais unidades cada um foi encaminhado. 

Estão presos Marzy Teixeira da Silva, Simone dos Santos Rodrigues, André Luiz de Oliveira, Carlos Ubiraci Francisco Silva, Adriano dos Santos e Rayane dos Santos Oliveira. 

A pastora e deputada federal Flordelis, acusada de ser a mandante do crime, está solta por ter imunidade parlamentar. De acordo com a polícia, além de planejar a morte do marido, ela usava de ameaças e chantagem com os filhos para conseguir o que queria.

fonte: Bahia Noticias 


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Âncora News: Os senadores aprovaram em votação simbólica, nesta terça-feira (25), requerimento de convite ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Os congressistas querem que Guedes explique as críticas que fez ao Senado, ao classificar como crime a decisão dos senadores de derrubar o veto do governo que impedia aumento de salários dos servidores. O veto foi mantido na Câmara. Por ter sido um convite, Guedes pode se recusar a comparecer em sessão virtual com os senadores, mas, de acordo com líderes governistas, o ministro está disposto a prestar explicações. Isso evitaria uma convocação. Ainda não há data definida para a reunião. Segundo a assessoria do Senado, dependerá da agenda do ministro. O requerimento aprovado foi de autoria do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do senador Marcos Do Val (Podemos-ES). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi um dos autores do requerimento para ouvir o ministro Paulo Guedes, da Economia José Cruz-18.dez.19/Agência Brasil **** Integrantes da base governista, ambos apresentaram o convite para evitar que os líderes da oposição protocolassem um requerimento de convocação, que impediria Guedes de negar sua participação. O clima de desconforto entre Guedes e os senadores resultou em uma reunião acalorada entre os líderes partidários na quinta-feira passada (20). Liderados pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), os congressistas da base governista puxaram a corda para que Guedes fosse ao Senado. Daniella Ribeiro, líder do PP na Casa, e Izalci Lucas (PSDB-DF), vice-líder do governo, estavam entre os mais indignados com as declarações de Guedes. Daniella chegou a protagonizar uma discussão acalorada com líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), que também envolveu outros senadores. "Eu já liguei para o ministro, não houve ofensa", disse Bezerra, que tentou, sem sucesso, seguir falando. "Ofensa houve", rebateu Randolfe Rodrigues (Rede-AP). "Ofensa foi propagada em todo o país. Estamos reagindo civilizadamente a um terrorismo. Fernando, nós respeitamos vocês, mas isso é terrorismo", disse Amin. A líder do PP chegou a narrar que foi chamada de traídora pelo Palácio do Palácio. "O palácio me ligou dizendo que eu tinha traído o palácio. Ele não pode negar, Fernando. Chegou a hora de a gente se posicionar", disse Daniella. fonte: Bahia Notícias
Os senadores aprovaram em votação simbólica, nesta terça-feira (25), requerimento de convite ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Os congressistas querem que Guedes explique as críticas que fez ao Senado, ao classificar como crime a decisão dos senadores de derrubar o veto do governo que impedia aumento de salários dos servidores. O veto foi mantido na Câmara. Por ter sido um convite, Guedes pode se recusar a comparecer em sessão virtual com os senadores, mas, de acordo com líderes governistas, o ministro está disposto a prestar explicações. Isso evitaria uma convocação. Ainda não há data definida para a reunião. Segundo a assessoria do Senado, dependerá da agenda do ministro. O requerimento aprovado foi de autoria do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do senador Marcos Do Val (Podemos-ES). O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi um dos autores do requerimento para ouvir o ministro Paulo Guedes, da Economia José Cruz-18.dez.19/Agência Brasil **** Integrantes da base governista, ambos apresentaram o convite para evitar que os líderes da oposição protocolassem um requerimento de convocação, que impediria Guedes de negar sua participação. O clima de desconforto entre Guedes e os senadores resultou em uma reunião acalorada entre os líderes partidários na quinta-feira passada (20). Liderados pelo senador Esperidião Amin (PP-SC), os congressistas da base governista puxaram a corda para que Guedes fosse ao Senado. Daniella Ribeiro, líder do PP na Casa, e Izalci Lucas (PSDB-DF), vice-líder do governo, estavam entre os mais indignados com as declarações de Guedes. Daniella chegou a protagonizar uma discussão acalorada com líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), que também envolveu outros senadores. "Eu já liguei para o ministro, não houve ofensa", disse Bezerra, que tentou, sem sucesso, seguir falando. "Ofensa houve", rebateu Randolfe Rodrigues (Rede-AP). "Ofensa foi propagada em todo o país. Estamos reagindo civilizadamente a um terrorismo. Fernando, nós respeitamos vocês, mas isso é terrorismo", disse Amin. A líder do PP chegou a narrar que foi chamada de traídora pelo Palácio do Palácio. "O palácio me ligou dizendo que eu tinha traído o palácio. Ele não pode negar, Fernando. Chegou a hora de a gente se posicionar", disse Daniella. fonte: Bahia Notícias
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